Latin-America (Português)
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Comparativo: Impressão 3D LCD x DLP

Fizemos uma comparação entre os sistemas LCD e DLP para que você possa ver por si mesmo como eles se comparam lado a lado.

fingerprint scanner

Qual é a frase mais comum em séries policiais de TV? “A correspondência foi confirmada.” Uma rápida coleta com cotonete, a aplicação de pó para impressões digitais e… “a correspondência foi confirmada.”

A comparação de amostras forenses, como impressões digitais, nem sempre é tão simples assim. A comparação forense é um processo meticuloso, e muitas vezes cabe aos tribunais determinar se as impressões realmente correspondem. No entanto, os desafios começam já na detecção e na captura de imagens de impressões digitais latentes nas provas.

O Desafio

Para a detecção de impressões digitais, os policiais tradicionalmente recorrem a dois métodos: o uso de pós na “técnica de fita e levantamento” ou a captura de impressões digitais com dispositivos de imagem. Embora eficazes, os métodos tradicionais podem ser demorados e, muitas vezes, dependem de laboratórios forenses externos, que podem ter recursos limitados.

A imagem digital oferece uma alternativa promissora. A capacidade de capturar e processar impressões digitais no local do crime tem sido, há muito tempo, uma meta para os policiais, que, de outra forma, enfrentam atrasos ao aguardar os resultados dos laboratórios forenses. No entanto, a maioria dos dispositivos atuais não foi projetada especificamente para essa tarefa. Eles geralmente consistem em câmeras de uso geral ou em uma combinação de dispositivos de imagem e sensores, o que leva a ineficiências ópticas, baixa qualidade de imagem e dificuldades para obter correspondências confiáveis a serem utilizadas como prova.

Fingerprint scanner for forensic photonics

Um dispositivo dedicado à captura de imagens de impressões digitais, como o LIFT (Latent Imaging Fluorescence Technology) da Forensic Photonics, é a melhor solução. Esse dispositivo produz imagens excepcionalmente nítidas e de alta qualidade, que podem ser enviadas para análise automatizada imediata, o que aumenta as chances de sucesso. Com um dispositivo de captura de imagens adequado, a polícia pode obter resultados quase instantâneos sobre as impressões digitais digitalizadas. Em regiões onde os laboratórios criminais locais estão sobrecarregados, isso pode reduzir o tempo de espera de meses para minutos.

Uma startup de imagem forense com uma solução

Geoff Lambright, fundador da Forensic Photonics, decidiu atender a essa necessidade. Com formação em física e microscopia e contatos com especialistas em imagem de impressões digitais latentes, Lambright estava bem preparado para transformar esse produto em realidade.

Inicialmente, Lambright achava que precisaria levantar um capital significativo, mas um consultor sugeriu: “Basta apresentar seu produto”. Optando por uma abordagem autofinanciada, Lambright reuniu os equipamentos ópticos, sensores e componentes eletrônicos necessários. Restava criar uma caixa de plástico resistente para o dispositivo. A geometria complexa do dispositivo tornava o corte e a fresagem tradicionais de metal praticamente impossíveis, exigindo uma montagem em várias peças e uma prototipagem com custo proibitivo.

A manufatura aditiva (AM) surgiu como a solução ideal. Ao contrário da fabricação tradicional, que se beneficia de economias de escala, a AM se destaca em volumes baixos e médios, onde o custo por peça permanece consistente. A AM também permitiu que Lambright criasse protótipos, testasse e iterasse com eficiência em tempo real. Ele produziu dezenas de iterações usando uma impressora 3D amadora até ter um produto pronto para demonstração.

Lambright apresentou seu dispositivo LIFT na Conferência da Associação Internacional de Identificação (IAI), o principal evento do setor forense. Essa divulgação despertou grande interesse, e um teste bem-sucedido no Departamento de Polícia de São Francisco aproximou o produto da prontidão para o mercado.

3D Printed fingerprint scanner forensic photonics

Os benefícios

Do protótipo ao produto final: escolhendo a impressora e o material certos

Apesar do protótipo promissor, Lambright enfrentou um problema crítico: o plástico de origem vegetal produzido por sua impressora amadora não tinha durabilidade suficiente para uso em campo. O dispositivo precisava suportar temperaturas extremas e manuseio brusco, comuns em operações policiais. Qualquer deformação poderia comprometer a qualidade da imagem, tornando as impressões digitais inutilizáveis.

Lambright procurou Steve Schiffgen, da GoEngineer, em busca de uma solução. Schiffgen recomendou a impressora Origin®: “É uma maneira acessível de produzir peças de produção”, disse Schiffgen.

"É possível fazer protótipos e, graças à precisão e à qualidade da superfície da impressora, aliadas às propriedades de resistência dos materiais, também é possível imprimir diretamente a peça final."

A escolha de um material adequado foi essencial. Peter Moe-Lange, engenheiro de aplicações da GoEngineer, sugeriu o Somos® WeatherX™ 100, um material projetado para resistir a condições climáticas adversas, exposição aos raios UV e umidade.

Inicialmente preocupado com o custo, Lambright constatou que o processo estava dentro do orçamento. Após apenas duas impressões incorporando as sugestões de Moe-Lange, o produto ficou perfeito. “Segui as orientações dele”, lembra Lambright, “e consegui dar a volta por cima. A próxima peça que recebemos ficou perfeita. Acertamos em cheio.”

Um ano depois, Lambright voltou à IAI não com um protótipo, mas com um produto totalmente funcional e pronto para venda. Ele havia até desenvolvido duas versões do dispositivo. A rapidez de seu desenvolvimento surpreendeu tanto os clientes quanto os concorrentes.

Fingerprint scanner for forensic photonics

O Futuro da Fotônica Forense

Com a primeira venda para uma agência de um município rural que depende de laboratórios criminais em diferentes partes do estado, Lambright pretende ampliar as vendas e a produção. À medida que o volume aumentar, a Forensic Photonics planeja investir em uma impressora Origin interna para protótipos e produtos finais utilizando o Somos WeatherX 100.

Lambright prevê melhorias contínuas: “Há muitos ajustes e opções para aprimorar o produto, mas eu não mudaria o material nem o método de produção.” Para Lambright, a tecnologia DLP P3™ patenteada pela Stratasys e seus materiais versáteis são a combinação perfeita para futuras versões do dispositivo de imagem LIFT.

“Existem muitos ajustes e opções para melhorá-lo, mas eu não mudaria o material nem o método de produção.”

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